Não percebo as razões,
Mas compreendo todas as tuas palavras
Angustiadas e não ouvidas.
É funda e inexpressiva,
Incompreendida e vivida,
pelas tuas palavras.
São
palavras que tu me deste,
que não se perceberam, porque
foram outras as palavras da razão.
Entre todas as ciladas sibiladas
do teu ventre, da tua mão
que se esconde entre letras
e a tua alma que vive encerrada,
presa por rabiscos de palavras.
Frases,
de verdade escritas por ti,
dirigidas a um alguém em que
as tuas palavras,
são como historia mortífera e venenosa.
São palavras que tu escreveste
que se tentaram conjugar,
mas ficaram escritas,
entre as nossas mãos,
entre o nosso olhar.
Foram palavras de silêncio,
transcritas em prosa, não lidas
mas ouvidas .
Palavras e frases que decaíram
sobre a tua alma encerrada,
foram citadas por ti em tentação,
mas nunca chegaram a ser as palavras
que tanto desejava.
(Bárbara, 11ºE)
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Cartas-Poemas
Gosto...
Gosto de te ouvir...
Gosto de quando me fazes rir
Gosto de te falar
Gosto de quando paras a olhar...
Gosto mas nao gosto
Ou será que gosto mas nao sei...
Gosto mas nao gosto
Ou será que me baralhei
Gosto, será que gosto
Será que alguem dia gostei?
Gosto mas nao gosto
Ou já me apaixonei?
Gosto será que sabes?
Nao sei nunca te mostrei
Gosto será que gosto
Talvez, nunca te falei
Gostos de gostar
Mas se calhar nao existe
Gosto de gostar
Mas nunca te disse!
(Filipa, 11ºE)
Carta de despedida
Sinto o tremor das minhas mãos ao escrever esta carta,
Sinto as lágrimas que correm pelo meu rosto,
Sinto a saudade que sufoca o meu coração.
Quis amar e ser amada, foi o meu pecado nesta vida.
E, de repente, um sonho desfeito.
Assim, quer o Destino que eu parta.
Não sei se já parti…
Não vejo nada, nem ninguém do Mundo.
Mas vejo que, ao chegar lá, te irei encontrar,
E contigo viver a Felicidade, que nesta vida foi proibida,
Porque o Amor nunca morre, é eterno.
Adeus… vou partir,
Para todo o sempre,
Da sempre tua
Madalena
(Diana Almeida, 11ºE)
.
Gosto de te ouvir...
Gosto de quando me fazes rir
Gosto de te falar
Gosto de quando paras a olhar...
Gosto mas nao gosto
Ou será que gosto mas nao sei...
Gosto mas nao gosto
Ou será que me baralhei
Gosto, será que gosto
Será que alguem dia gostei?
Gosto mas nao gosto
Ou já me apaixonei?
Gosto será que sabes?
Nao sei nunca te mostrei
Gosto será que gosto
Talvez, nunca te falei
Gostos de gostar
Mas se calhar nao existe
Gosto de gostar
Mas nunca te disse!
(Filipa, 11ºE)
Carta de despedida
Sinto o tremor das minhas mãos ao escrever esta carta,
Sinto as lágrimas que correm pelo meu rosto,
Sinto a saudade que sufoca o meu coração.
Quis amar e ser amada, foi o meu pecado nesta vida.
E, de repente, um sonho desfeito.
Assim, quer o Destino que eu parta.
Não sei se já parti…
Não vejo nada, nem ninguém do Mundo.
Mas vejo que, ao chegar lá, te irei encontrar,
E contigo viver a Felicidade, que nesta vida foi proibida,
Porque o Amor nunca morre, é eterno.
Adeus… vou partir,
Para todo o sempre,
Da sempre tua
Madalena
(Diana Almeida, 11ºE)
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