segunda-feira, 2 de março de 2009
(Outro) Trabalho sobre a Traição/Fidelidade
Foram os momentos mais felizes da minha vida, foram anos de ternura, afecto e amor.
Discussões todos têm mas as nossas acabavam, num abrir e fechar de olhos, e os momentos a seguir a fazer as pazes eram compensadores.
Foram tantos os planos que construímos juntos, casa de praia, as viagens que realizámos e o que ainda resta da nossa relação... os nossos filhos, que não mereciam passar por isto. Foste sempre tão bom pai, como foste capaz? Nem pensaste neles?
Que ironia do destino! Como tiveste a coragem de pôr tudo a perder? Nunca pensaste que não te iria perdoar? E todo o respeito que tinha por ti, até esse tu desprezaste durante estes anos todos. Agora olho para trás e é tudo uma farsa, o que eu achava que era felicidade era mentira! E o pior, nem sequer tiveste coragem de me contar, tive que ser eu a descobrir.
Mas basta de lamentações, transporto comigo uma dor, um aperto no coração, mas nada disto vai fazer com que a minha vida acabe aqui. Vou seguir em frente. Infelizmente não te posso perdoar, comesteste um erro muito grave, e como aprendemos com eles, espero que nunca mais voltes a repeti-lo com outra.
Trabalho realizado por Duarte Alves e Inês Oliveira
Turma: 11ºC
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Outras Cartas de Madalena
São meras palavras em resumo do nosso amor vivido que aqui escrevo.
Nunca imaginaria que, após anos de vida contigo todos os dias, o que aconteceu viesse surgir. Surgiu de forma repentina e surpreendente, coisa que não esperaria, pois o essencial era o nosso amor que fazia de tudo tão harmonioso e espontâneo.
Fruto do nosso amor nasceu a nossa querida filha Maria, a quem admiro muito e de quem vou sentir falta para o resto da minha vida.
Mas agora quem nos pode perdoar deste amor proibido?
Deus! A única forma de pagar o meu pecado cometido (em que envolvi queridos inocentes) é entregar-me a Deus até aos fins da minha vida. Viverei na solidão!
Sem o teu amor, os meus dias vão passar como longos anos, longos dias que me lembrarei sempre de ti, de ti e do nosso amor vivido, Meu Manuel.
Espero que leias esta carta, sem que as tuas lágrimas venham a cair, pois irão permanecer para sempre estas recordações no nosso coração.
Despeço-me de ti meu amor!
Madalena.
(Marta Magalhães, 11ºC)
Almada, 13 de Março de 1632
Caro Manuel,
Foi por ti que me sacrifiquei, por ti por quem me apaixonei, contigo que eu tive a minha primeira e única filha. Filha que educámos juntos, que cresceu connosco e que teve aquele final tão injusto e trágico.
Passei longos anos da minha vida a teu lado, e agora... e agora... não sei como sobreviverei nos próximos. Desculpai-me Manuel, desculpai-me... pelas consequências que estais a pagar. Se não fosse este maldito destino... Ainda te podia abraçar, acariciar e sentir o teu cheiro.
Todas as palavras são poucas para descrever os sentimentos, a saudade... queria agradecer toda a tua disponibilidade, a tua calma, o teu amor...
No dia do nosso memorável martimónio, jurámos ficar unidos para sempre, para o bem e para o mal, até que a morte nos separasse. E assim foi, morri para ti, morri para a vida.
Encontrar-te-ei no céu
Madalena de Vilhena
(Teresa, 11ºC)
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Trabalho sobre a Anorexia
Trabalho realizado por:
Rita Ferro
Turma: 11ºC
Trabalho sobre a Violência Doméstica
Texto:
Violência Doméstica
O que é a violência doméstica?
A violência doméstica é um problema universal, que atinge milhares de pessoas, em grande número e de forma silenciosa. Segundo o Ministério da Saúde, as agressões constituem a principal causa de morte de jovens entre 5 e 19 anos. A maior parte dessas agressões provém do ambiente doméstico.
Tipos de violência:
Quem exerce violência doméstica tem pouca auto-estima e encontra-se dependente da relação, seja por dependência emocional ou material. O agressor geralmente acusa a vítima de ser responsável pela agressão, e acaba por sentir uma grande culpa e vergonha. A vítima também se sente violada e traída, porque o agressor promete, depois do acto, que nunca mais vai repetir este tipo de comportamento, para depois repeti-lo. Em algumas situações, a violência doméstica persiste cronicamente, porque a vítima apresenta uma atitude de aceitação e incapacidade de se desligar daquele ambiente, seja por razões materiais, seja emocionais.
Violência física é o uso da força com o objectivo de ferir a vitima, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e estalos, agressões com diversos objectos e queimaduras por objectos ou líquidos quentes.
Quando a vítima é criança, para além da agressão física, também é considerado violência os factos de esquecimento praticados pelos pais ou responsáveis.
Quando as vítimas são homens, normalmente a violência física não é praticada directamente. Tendo em vista a habitual maior força física dos homens, havendo intenções agressivas, esses factos podem ser cometidos por terceiros, como por exemplo, parentes da mulher ou profissionais contratados para isso. Apesar de nossa sociedade parecer obcecada pelos cuidados com as crianças e adolescentes, é bom destacar-se que um bom número de agressões domésticas é cometido contra os pais por adolescentes.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram agredidas fisicamente pelos maridos entre 10% a 34% mulheres do mundo.
Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes, é tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, discriminação, humilhação, desrespeito. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes para toda a vida.
Trabalho realizado por:
Marta Santos e Rita
Turma: 11ºC.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Trabalho sobre "As Discriminações"
Discriminação ocorre quando alguém é tratado de forma menos educada ou menos favorável, do que outra pessoa que está na mesma situação ou numa situação parecida.
A discriminação pode-se dar por sexo, idade ,cor, estado civil, deficiência, doença, orientação sexual, aparência, emprego religião, nacionalidade, possibilidades económicas, e por muitos outros motivos.
Discriminação pelo Sexo
Exemplo:
Actualmente, calcula-se que a percentagem maior de desempregados são do sexo feminino.
Existem várias razões para este acontecimento.
Muitas vezes os indivíduos do sexo feminino não são aceites num emprego, devido a uma das causas ser a maternidade e por isso a sua ausência temporária no local de trabalho, pode afectar este mesmo.
Discriminação por Idade
Exemplo:
Num transporte público, um indivíduo idoso tem mais facilidade em obter um lugar sentado do que um jovem com todas as suas capacidades.
Independentemente do indivíduo ser jovem, também tem as suas necessidades de bem estar.
Discriminação Racial / Racismo
O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância á noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas ás outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e a sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de carácter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com a sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.
Exemplo: Nos séculos XVIII / XIX havia determinados países que iam a África “caçar” indivíduos de raça negra (homens, mulheres e crianças) para serem vendidos e por sua vez escravos para trabalho. Mesmo depois de ter sido abolida a escravatura, por exemplo, na América, existiam escolas específicas para a raça branca e para a negra.
Discriminação por Deficiência
Exemplo:
Na construção de passeios muitas vezes as câmaras municipais / juntas de freguesias, “esquecem-se” da existência de indivíduos deficientes (cegos, de cadeira de rodas, etc.), para mandar executar os referidos passeios adequados a essas pessoas.
Discriminação por Doença
Exemplo:
Actualmente, determinados indivíduos tentam não socializar com outros que tenham SIDA, com receio de que esta mesma doença lhes seja transmitida.
Discriminação pela Orientação Sexual
Discriminação, como sabemos, consiste no tratamento desigual ou preferencial de alguém, prejudicando outrem.
Ora, o carácter preconceituoso com que a conduta homossexual é encarada na sociedade é um elemento importante para a constatação da possibilidade fáctica de ocorrência de actos discriminatórios contra si.
Certo, porém, é que, independentemente da visão ideológica, política, filosófica ou religiosa de cada indivíduo em relação ao homossexualismo, não há como se negar a cidadania ao homossexual.
Todavia, como o preconceito (e a discriminação) está fortemente presente na nossa multiforme sociedade, é lógico que isto não poderia deixar de ocorrer na relação de emprego, onde o poder e o tratamento diferenciado se podem tornar tragicamente complexos.
Discriminação Física
Exemplo:
Actualmente, em muitas escolas existe alguma discriminação entre os colegas, muitas vezes pela sua aparência física (obesidade, beleza, etc.).
Por vezes a sua aparência também pode influenciar na escolha de amizades.
Discriminação Religiosa
Exemplo:
Na 2ª Guerra Mundial, o líder alemão de origem austríaca Adolf Hitler pretendia criar uma "nova ordem" na Europa, baseada nos princípios nazistas que defendiam a superioridade germânica, na exclusão de algumas minorias étnicas e religiosas, como os judeus, etc.
Discriminação pela Nacionalidade
Exemplo:
No Algarve, muitas vezes em determinados locais de comércio, um turista inglês, tem maior possibilidade de obter um atendimento mais sofisticado, do que um português, estando no seu próprio país.
Discriminação pelas possibilidades económicas
Actualmente também no quotidiano podemos assistir à discriminação devido às possibilidades económicas de cada indivíduo.
Exemplo:
Num edifício comercial um indivíduo se estiver aparentemente bem vestido (com roupas de marcas que exigem uma maior possibilidade financeira para a sua compra), pode obter de um melhor atendimento por parte dos funcionários de determinadas lojas, do que um indivíduo que se apresente com um determinado vestuário, que possa indicar as suas fracas possibilidades económicas.
Trabalho realizado por:
Francisco Brites nº10
Marta Magalhães nº18
Turma: 11ºC
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Trabalho sobre o Consumismo
O Consumismo
Texto:
Consumismo é o acto de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como na cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Não há dúvida nenhuma de que a publicidade e o consumidor estão sempre relacionados. Mas até que ponto é que isso pode acontecer?
Muitos alegam que essas influências induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenómeno da sociedade contemporânea. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. As pessoas compram compulsivamente coisas que não irão usar ou que não têm utilidade, apenas para satisfazer a vontade de comprar. Há uma diferença entre consumismo e consumidor: consumismo é o acto de consumir produtos ou serviços compulsivamente e, muitas vezes, sem consciência; consumidor é aquele que, simplesmente, compra produtos.
A explicação da compulsão pelo consumo talvez tenha bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial. A industrialização acelerou o processo de fabricação, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Além disso, trouxe também várias consequências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. Felizmente, hoje, há pensamentos diferentes sobre este tema, que fizeram surgir novas profissões como, por exemplo, a de Eco-design.
Talvez assim as pessoas tenham mais consciência de que devem refrear os seus impulsos consumistas!! Vamos tentar mudar comportamentos num mundo onde tanta gente passa fome!
Trabalho realizado por:
Carolina Mendes, Marta Rocha e João Martins
Turma: 11º C
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Trabalho sobre os Direitos dos Animais
Sejamos humanos...
O uso de peles dos animais
Texto:
Os casacos de peles apresentados na televisão transmitem imagem de elegância e riqueza, mas por trás de todo esse “glamour” existe uma indústria sangrenta e impiedosa que, em nome da moda, martiriza e mata, pelo menos, 3 milhões e 500 mil animais por ano.
Tudo se desmorona quando nos apercebemos da horrível morte que foi inflingida aos verdadeiros donos destas peles.
De acordo com o Artigo nº 3 dos Direitos dos Animais, “1. Nenhum animal será submetido a maus tratos nem actos cruéis”.
Mas é isso a que assistimos nos dias de hoje quando, por detrás de uma peça de roupa em pele, está a morte dolorosa de um animal? Na verdade, nem todos temos o conhecimento de que um animal é um ser vivo, que sofre e tem direitos.
Porque estes têm direito a terem dono, a serem livres, bem tratados, a viver no seu habitat e a reproduzirem-se naturalmente, mas não é isto que acontece. Existem vários cativeiros de produção de animais para uso de peles, onde estes são enjaulados, torturados, chegando muitas vezes a morrer dentro da jaula em sofrimento total. Acha isto digno de um ser vivo?
Para fabricar um casaco de tamanho médio são necessários:
125 arminhos; 100 chinchilas; 70 martas-zibelinas; 50 martas canadianas; 30 ratos almiscarados; 30 sarigueias; 30 coelhos; 27 guaxinins; 17 texugos; 14 lontras; 11 raposas douradas; 11 linces; 9 castores.
O homem primitivo caçava o necessário para a sua alimentação, e aproveitava as peles dos animais para se cobrir das intempéries. Hoje utilizam-se os animais para alimentar a vaidade de pessoas frívolas, que só pensam em satisfazer os seus caprichos, marcar a diferença social e exibir a fortuna. Porém, para se vestir elegantemente, não é preciso contribuir para o horroroso sofrimento e morte de animais. Existem hoje lindíssimas peles sintéticas que imitam perfeitamente as genuínas. A defesa dos direitos dos animais exige que sejam tomadas medidas concretas. Em todo o mundo, cada vez mais pessoas, muitas das quais conhecidas, tomam iniciativas contra o escabroso negócio das peles. Portugal não é excepção, a mentalidade está a mudar e, muitas vezes, um casaco de peles já é encarado como um sinal exterior de pobreza de espírito.
Não fique indiferente a estes factos, contribua para que este crime acabe!
Trabalho realizado por:
Inês Oliveira e Duarte Alves
Turma: 11ºC
